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Cama compartilhada não precisa ser na cama dos pais

cama compartilhada

Não sei se algumas pessoas gostam de complicar mesmo ou se é falta de informação e criatividade.

Já pararam para pensar por que a cama do casal acaba virando o lugar da “cama compartilhada” depois que o bebê nasce?

No meu ponto de vista, o primeiro fator a influenciar esse tipo de costume é, como já falei, a forma inconsciente que tomamos a decisão de construir o quartinho do bebê.

Se, em algum momento, a cama do casal precisa virar a cama do bebê também, é porque, com frequência, o planejamento familiar não enxerga as necessidades de um bebê de forma real nos preparativos para sua chegada.

E se pensarmos, desde o início, que seria possível planejar o quarto do bebê com uma cama de casal? Para o bebê e para um dos pais. Por que também não precisa ser regra dormirem os 3 em uma mesma cama, né?
Dessa forma, o rodizio para descanso entre o pai e a mãe também funcionaria melhor. Ou isso é uma visão estratégia só minha?
Já ouço famílias contando que o quarto do bebê nasce com um colchão grande no chão, um tatame no chão. Isso é música para meus ouvidos.

Que bom que já existem pessoas que se questionam. Rompem padrões para viverem vidas mais reais e menos idealizadas. Que funcionam. Que não distorcem.

O bebê precisa de uma referência de espaço desde que nasce.

Não é o bebê que tem que se adaptar ao quartinho dele depois que ficar maiorzinho e começar a não caber na cama dos pais, é o adulto que deve “ficar de lá para cá” até que a criança se adapte totalmente ao espaço dela. É o adulto que deve sair da própria cama e ajudar ao bebê, desde que nasce, a identificar o seu próprio cantinho. A ter o seu espaço.
Juntos, os pais, o asseguram cada vez mais que aquele lugar da casa é o seu próprio lugar. De segurança, de acolhimento, de aconchego. Onde pai e mãe têm livre acesso e fazem parte. Que somam. Que se unem. Que são família.

Texto: Julieta Franco (@recriar_julieta )

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