Frases do Pequeno Príncipe para refletir a educação com amor e respeito

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O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, é um dos livros mais lidos de todo o mundo. Traz uma infinidade de lições para nossa vida. Algumas dessas mensagens nos fazem refletir sobre a educação com amor e respeito.

Leia frases do Pequeno Príncipe para refletir a educação com amor e respeito. Tome nota e compartilhe.

Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.

Um exemplo claro que nos vem à mente é quando nos dizem que estamos mal acostumando nossa filha ao tê-la no colo ou ao atendê-la prontamente cada vez que necessita. Para os outros estaríamos criando uma criança mimada, para nós, o que é invisível aos olhos é o amor e o vínculo que se fortalece em cada abraço e em cada beijo.

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Lembre-se de que você é o exemplo para seu filho. Se você bate nele, envia-lhe a mensagem de que os problemas se resolvem com violência. Se você busca resolver as situações desde a calma e a paciência, seu filho criará empatia e afeto em relação aos demais.

Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. Mas poucas se lembram disso.

É fato. Tratamos o choro da criança como um mero capricho. Queremos que seja um mini-adulto. Na realidade, deveríamos recordar nossa infância e falar com nossos filhos como gostaríamos que tivessem falado conosco quando éramos crianças. Logo, coloque-se no nível da criança, olhe-a nos olhos. Busquemos entender suas fases de crescimento e de desenvolvimento para melhor poder atender suas necessidades.

Foi o tempo que você passou com sua rosa o que a fez tão importante.

Estar presente na vida de nossos filhos é fundamental. É o sentir a nossa presença, evitando-lhe a sensação de abandono, o que fortalecerá sua autoestima e autoconfiança.

Se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo…

Construir um vínculo de confiança com nossos filhos depende de como o tratamos. Criar nossos filhos com amor e respeito nos permitirá vê-los como seres únicos e que eles nos olhem como uma pessoa única.

Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.

Claro. Esse é um bom conceito de “amar”. Na educação de nossos filhos, não podemos andar nem na frente, nem atrás deles. Devemos ir juntos na mesma direção. É preciso aprender a estabelecer uma conexão efetiva com eles.

A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar.

Desde que geramos o bebê, passamos a amá-lo. Gostaríamos que todos os momentos fossem de trocas de afeto e carinho. No entanto, esse serzinho precisa crescer e aprender mais do nosso mundo. Sua tarefa não é fácil. Depende de nossa ajuda. Haverá momentos em que nos irritaremos com suas condutas, teremos vontade de chorar… nada é perfeito. Mas esse é o risco da criação. Ou, mais que risco, um dos grandes desafios da relação pais e filhos.

É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros.

Uff… quem nunca julgou outra mãe em suas escolhas de educação dos filhos levante a mão. Julgar os outros pais é super fácil. Temos a fórmula pronta para solucionar qualquer problema. Mas, de fato, ninguém pode se colocar no lugar de ninguém. Cada um tem suas circunstâncias, cada pai ou mãe sabe porque faz determinadas escolhas. Deveríamos primeiro aprender a reconhecer nossos próprios erros e acertos. Enfim, ser autocríticos.

É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar.

Devemos respeitar o ritmo de cada criança. Não devemos exigir condutas maduras se ainda não está preparada para isso. Por exemplo, lidar com as frustrações de uma maneira madura quando ainda tem dois anos. Chorar e fazer birra ou chilique é a forma como consegue expressar sua frustração. Aprender a reconhecer suas emoções é fundamental para que possamos ajudá-la.

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É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.

É preciso ser firme, mas com amor e respeito. Educar é uma tarefa difícil, repleta de situações inusitadas. Por exemplo, todos nós pais passamos ou ainda passaremos pela temida fase das birras. O choro da criança contínuo e ininterrupto pode irritar. Muitos pais acreditam tratar-se de um processo de manipulação por parte da criança. Daí que, em situações limites, recorrem às palmadas. Já se sabe que a criança não aprende quando apanha. Apenas lhe transmitimos a mensagem de que a violência é o meio para resolver os problemas. Pois bem, todas as crianças viverão essa fase. É isto: uma fase. Podemos enfrentar esse momento difícil da educação com empatia, respeito e amor. Nesse sentido, a Disciplina Positiva pode nos ajudar muito.

É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Renunciar a todos seus sonhos só porque um deles não se cumpriu.

É preciso entender as fases da infância, para compreender as necessidades de nossos filhos. Não é porque algo não está dando certo, ou não vemos o resultado esperado na educação, que devemos desistir da criança. Muitas vezes as rotulamos. Dizemos que é um bom menino ou é um mau menino. Quando etiquetamos a criança como uma “peste” lhe enviamos a mensagem de que não pode mudar, que é assim e assim continuará.

Caminhando em linha reta não se pode chegar muito longe.

O caminho da educação é tortuoso, cheio de altos e baixos. Não é fácil. Tudo está sustentado pelo amor incondicional que sentimos pelos nossos filhos. Há momentos que parece que tudo vai bem, até que passamos por turbulências: as famosas birras, por exemplo. É preciso persistir, com calma, amor e respeito.

Apenas se vê bem com o coração, pois nas horas graves os olhos ficam cegos.

Quando nossos filhos nos tiram do sério, o mais fácil é que nos ceguemos. Muitos pais, movidos pela raiva e pela ira, acabam batendo em seus filhos. Esquecem-se de escutá-los, de saber o motivo que os levou a determinada conduta. Cegam-se de tal maneira que acreditam piamente que bater solucionará o problema. É um engano. Devemos ser firmes com nossos filhos, mas podemos sê-lo com amor e respeito.

Ser homem é ser responsável. É sentir que colabora na construção do mundo.

Se queremos construir um mundo de paz, devemos pregá-la dentro de nossos lares.

E nenhuma pessoa grande jamais entenderá que isso possa ter tanta importância.

Quando nos daremos conta de que por trás de uma má conduta da criança há um motivo importante? Para muitos pais, é mais fácil rotular o filho como um mau menino porque bate na criança dos outros. Será que esses pais buscam entender o que há por trás dessa conduta? Para essa criança, o bater no filho dos outros tem um motivo. Descobri-lo cabem aos pais. Fazê-lo desde o respeito é essencial.

A fuga não levou ninguém a lado nenhum.

“Não sei a quem esse menino puxou”. Essa é uma fala muito comum de pais que buscam justificar um mau comportamento do filho. Na realidade, as condutas não se dão por mera questão genética. Esse discurso não é mais do que uma fuga que não se chega a nenhum lugar. Realmente, há uma série de fatores que podem levar uma criança a atuar de uma maneira inadequada. Entender suas razões e que emoções há por de trás é fundamental.

Você deve perdoar o fato de que a primeira reação das pessoas é julgar alguém por seu aspecto externo.

Mais uma vez, não devemos julgar as decisões dos outros pais enquanto à educação dada a seus filhos. É impossível julgar apenas por aquilo que vemos de fora. Há uma série de circunstâncias que sempre desconhecemos.

Com certeza, para nós, que compreendemos o significado da vida, os números não têm tanta importância.

A vida não é uma eterna competição. Nossos filhos não deveriam ser educados para ser apenas mais um número em estatísticas institucionais. A vida não entende de números. Ela entende de amor, de respeito, de empatia, de responsabilidade.

Só as crianças sabem o que procuram, disse o principezinho. Perdem tempo com uma boneca de pano, e a boneca se torna muito importante, e choram quando a gente toma… Elas são felizes…

Nós subestimamos a capacidade de nossas crianças. Acreditamos que não sabem o que querem. Na realidade, são sábias. Sabem bem o que as fazem felizes. Deveríamos observar mais nossos filhos e aprender mais deles. Talvez assim seríamos capazes de construir um mundo mais feliz.

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