Educação EmocionalSER PAIS

Como falar sobre a morte com as crianças

como falar sobre a morte com as criancas

É importante não mentir e dizer sempre a verdade às crianças, acompanhando-as no processo de duelo, estando a seu lado para quando precisem. Devemos deixar que expressem suas emoções se se sentem tristes ou chateados, acolhendo-as e ajudando-os a superar um momento tão duro.

Como pais, tendemos a fazer comparações inadequadas que podem acabar por não ajudar a criança a compreender o processo de vida e morte. Por exemplo, não deveríamos comparar a morte ao sono, ou dizer-lhe frases pouco concretas como “o vovô foi embora” e, menos, ocultar ou enganar mentindo sobre o que, de fato, aconteceu ao ente querido.

A morte faz parte da vida. Portanto, quando a criança demonstrar emoções negativas durante a vivência do duelo, seja receptivo e explique-lhe o que está acontecendo. Diga-lhe a verdade, adaptando a mensagem à idade da criança. Por exemplo, recorra ao ciclo da natureza das plantas e dos animais. Também, aproveite-se de contos, metáforas e filmes sobre os temas.

Nosso papel é ajuda-las a expressar suas emoções e podemos canalizar seus sentimentos através de desenho, com conversas, ou, simplesmente, acolhendo seu pranto.

Não oculte a tristeza que você mesmo sente. A criança precisa saber que é normal ter emoções negativas diante de uma perda. É importante que ela acompanhe esse processo de duelo e, através de seu exemplo, entenda como trabalhar para superar a perda.

Educação Emocional

Na seção Educação Emocional aprendemos como ajudar nossos filhos a reconhecer e identificar as emoções corretamente. A partir do desenvolvimento da inteligência emocional, a criança está preparada para vivenciar situações várias de uma maneira equilibrada. Além disso, há uma parte dedicada a sugerir atividades sobre as emoções para trabalhar com os pequenos em casa. Descubra mais:

Posts relacionados

Permita-se morrer!

Adeus, Leire! Assim contamos à Laura como morreu nossa gata

As 10 coisas mais importantes que aprendi desde que perdi meu filho

Violência obstétrica: "Deixaram meu bebê morto na minha barriga por 9 horas"

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *